domingo, 29 de agosto de 2010

Vamos votar consciente nesta eleição galeraaaaaaaa

Essa tem que chegar a Brasília. É ótima!


Um senador está andando tranqüilamente quando é atropelado e morre.

A alma dele chega ao Paraíso e dá de cara com São Pedro na entrada.


-'Bem-vindo ao Paraíso!'; diz São Pedro


-'Antes que você entre, há um probleminha.


Raramente vemos parlamentares por aqui, sabe, então não sabemos bem o que fazer com você.


-'Não vejo problema, é só me deixar entrar', diz o antigo senador.


-'Eu bem que gostaria, mas tenho ordens superiores. Vamos fazer o seguinte:


Você passa um dia no Inferno e um dia no Paraíso. Aí, pode escolher onde quer passar a eternidade.


-'Não precisa, já resolvi. Quero ficar no Paraíso diz o senador.


-'Desculpe, mas temos as nossas regras. '


Assim, São Pedro o acompanha até o elevador e ele desce, desce, desce até o Inferno.


A porta se abre e ele se vê no meio de um lindo campo de golfe.


Ao fundo o clube onde estão todos os seus amigos e outros políticos com os quais havia trabalhado.


Todos muito felizes em traje social.


Ele é cumprimentado, abraçado e eles começam a falar sobre os bons tempos em que ficaram ricos às custas do povo.


Jogam uma partida descontraída e depois comem lagosta e caviar.


Quem também está presente é o diabo, um cara muito amigável que passa o tempo todo dançando e contando piadas.


Eles se divertem tanto que, antes que ele perceba, já é hora de ir embora.


Todos se despedem dele com abraços e acenam enquanto o elevador sobe.


Ele sobe, sobe, sobe e porta se abre outra vez. São Pedro está esperando por ele.


Agora é a vez de visitar o Paraíso.


Ele passa 24 horas junto a um grupo de almas contentes que andam de nuvem em nuvem, tocando harpas e cantando.


Tudo vai muito bem e, antes que ele perceba, o dia se acaba e São Pedro retorna.


-' E aí ? Você passou um dia no Inferno e um dia no Paraíso.


Agora escolha a sua casa eterna.' Ele pensa um minuto e responde:


-'Olha, eu nunca pensei .. O Paraíso é muito bom, mas eu acho que vou ficar melhor no Inferno.'


Então São Pedro o leva de volta ao elevador e ele desce, desce, desce até o Inferno.


A porta abre e ele se vê no meio de um enorme terreno baldio cheio de lixo.


Ele vê todos os amigos com as roupas rasgadas e sujas catando o entulho e colocando em sacos pretos.


O diabo vai ao seu encontro e passa o braço pelo ombro do senador.


-' Não estou entendendo', - gagueja o senador - 'Ontem mesmo eu estive aqui e havia um campo de golfe, um clube, lagosta, caviar, e nós dançamos e nos divertimos o tempo todo. Agora só vejo esse fim de mundo cheio de lixo e meus amigos arrasados!!!'


O diabo olha pra ele, sorri ironicamente e diz:


-'Ontem estávamos em campanha.


Agora, já conseguimos o seu voto...'

segunda-feira, 2 de agosto de 2010

Quem nunca errou nesses casoas abaixo atire a primeira pedra!!!!!!

Algumas curiosidades da Língua Portuguesa...


São incontáveis as "curiosidades" de nossa maltratada língua-mãe. Eis, a seguir, apenas algumas delas :

1. A palavra que reúne a maior quantidade de vogais juntas é pIAUIEnse ;
2. A palavra ANILINA tanto pode ser lida da esquerda para a direita como da direita para a esquerda.

3. A palavra QUALQUER é a única, em nossa língua, a formar o plural NA PARTE INTERNA (quAISquer) e não no final (como é o normal em todas as demais palavras que permitem a flexão para o plural).

4. Não-emprego de "s" na 2a. pessoa do singular APENAS DO PRETÉRITO PERFEITO dos verbos.

Tomemos por base o verbo "ganhar"...

Veja como o "s" é empregado na 2a. pessoa do singular das demais formas verbais :

Indicativo presente : eu ganho, tu ganhaS (houve emprego do "s")
Pretérito imperfeito : eu ganhava, tu ganhavaS (idem)
Pretérito mais que perfeito :eu ganhara, tu ganharaS(idem).
Futuro do presente : eu ganharei, tu ganharáS (idem)
Futuro do presente : eu ganharia, tu ganhariaS (Idem...), etc.

Já no pretérito perfeito...

Eu ganhei, tu ganhaste (SEM O "s", que, nesta forma verbal, só é usado para a segunda pessoa do plural - vós ganhasteS).

(Obs.: o "s", também, NÃO É EMPREGADO NA 2A. PESSOA DO SINGULAR DO IMPERATIVO A F I R M A T I V O :

ganha (sem o "s") tu, ganhe você...

Já no imperativo negativo, o "s" é empregado :

Não sonheS tu, não sonhe você...)

6 - Ninguém diz eu coloro esse desenho. Dói no ouvido. Portanto, o verbo colorir é defectivo (defeituoso) e não aceita a conjugação da primeira pessoa do singular do presente do indicativo. A mesma coisa é o verbo abolir. Ninguém é doido de dizer eu abulo. Pra dar um jeitinho, diga: Eu vou colorir esse desenho. Eu vou abolir esse preconceito.

7 - Outro verbo danado é computar. Não podemos conjugar as três primeiras pessoas: eu computo, tu computas, ele computa. A gente vai entender outra coisa, não é mesmo? Então, para evitar esses palavrões, decidiu-se pela proibição da conjugação nessas pessoas. Mas se conjugam as outras três do plural: computamos, computais, computam.

8 - Descriminar é absolver de crime, inocentar. Discriminar é distinguir, separar. Então dizemos: Alguns políticos querem descriminar o aborto. Não devemos discriminar os pobres.

9 - A pronúncia certa é disenteria, e não desinteria.

10 - A palavra dó (pena) é masculina. Portanto, "Sentimos muito dó daquela moça".

11 - Já se disse muitas vezes, mas vale repetir: televisão em cores, e não a cores.

12 - A confusão é grande, mas se admitem as três grafias: enfarte, enfarto e infarto.

13 - Outra vez tome cuidado. Quando for ao supermercado, peça duzentos ou trezentos gramas de presunto, e não duzentas ou trezentas. Quando significa unidade de massa, grama é substantivo masculino. Se for a relva, aí sim, é feminino: não pise na grama; a grama está bem crescida.

14 - É freqüente se ouvir no rádio ou na TV os entrevistados dizerem: Há muitos anos atrás... Talvez nem saibam que estão construindo uma frase redundante. Afinal, há já dá idéia de passado. Ou se diz simplesmente Há muito anos... ou Muitos anos atrás. Escolha. Mas não junte o há com atrás.

15 - Todo mundo gosta de dizer magérrima, magríssima, mas o superlativo de magro é macérrimo.

16 - Não tenho nada a ver com isso, e não haver com isso.